sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

"Fidelicidade"

    Não existe definição para felicidade. Cada um a enxerga de formas diferentes. Alguns sequer acreditam, outros podem pensar que ela está relacionada a realizações, momentos, bens materiais, fidelidade, enfim. Existe uma série de questões envolvidas.
    Assim, pode-se notar que tudo na vida tem um início e um fim. Impermanência. A vida estará sempre rodeada de momentos bons e ruins. Isso é inevitável. Não há o que fazer. Não adianta ir "contra a maré". Ao invés disso, que tal nadar no sentido da onda? Ser feliz mesmo que a vida lhe derrube a todo momento.Seguindo em frente, independente do que aconteça. Essa é uma boa forma de ver as coisas!
    Ao falarmos de felicidade, não podemos esquecer-nos da palavra fidelidade, que no dicionário significa: "Digno de fé; leal, honrado; Que não falha; com o qual se pode contar; seguro; Exato em fazer as coisas; Verídico, verdadeiro." Com certeza. Acredito que uma pessoa assim deve ser muito feliz "ou não". Podemos considerar todo trabalhador honesto um homem fiel. A fidelidade une honestidade, lealdade, segurança. As duas coisas se conectam. Como ter paz de espírito sem ser fiel? Como ser fiel sem paz de espírito? Essas são boas perguntas. Mas para que complicar? Tenha calma e a felicidade aparece! Veja o que você pode descobrir e pronto. Não há mais o que fazer. Não há uma fórmula específica para ser feliz. Viva, apenas. Você mesmo vai descobrir.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Um mês no Rio

  Que maravilha! Andando de bicicleta na orla da praia, todos os dias. Descansando, tomando um sol. Às vezes, água de coco. Vendo o nascer do sol, pôr do sol. Ar limpo e meu nariz sem nenhuma irritação. Vista impecável. Falando muito, comendo muito, rindo muito. É claro que “nem tudo são flores na vida de Jack”. E sim... Tive problemas. Mas no final, eram todos sem importância. Não tinha preocupações ou responsabilidades. Com calma, pensei um pouco na vida e percebi sua beleza. A cada momento descubro algo novo, algo de que não havia me dado conta. Algo que só o tempo traz. A experiência. Como dizia o Nelson Rodrigues: Envelheçam! Envelheçam, logo! Não tenho pressa, estou bem assim, jovem. Tudo tem seu tempo. Aguardo minha hora, com calma.
  Ao voltar, vejo uma massa de ar escuro. É... Estou em “Sampa”. Mas tudo bem, fazer o quê. Tenho que trabalhar-estudar (mesma coisa), correr atrás. Infelizmente gosto de São Paulo. Apesar da poluição, congestionamento, loucura, doideira. Gosto de São Paulo. Tudo tem seu lado bom! Ainda bem, o que seria de nós sem esse lado, lado que nos completa, que nos faz acordar com esperança. Não! Esperança não. Paz de espírito, aqui e agora, sem preocupação com o futuro. Claro, não posso deixar a esperança de lado:
- Eu tenho esperança em um mundo melhor!
-Tá, muito bom! Mas se ficar só na esperança, nada vai mudar.
Tá bom! Posso ter exagerado um pouco, mas tudo bem. Agente exagera às vezes.
  Começaram minhas aulas! Como diz meu pai: “Muito trabalho sem diversão faz de Jack um bobão.” Mas não podemos nos esquecer que... “Muita diversão sem trabalho faz de Jack um otário”. Opa! Paradoxo. Difícil... muito difícil. Mas sei lá, vamo tentar. Quem sabe dá certo.