quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Vamos Sorrir
Dedicado a minha tia
Vamos sorrir
Sorrir pelo que realmente importa
Sorrir com o dia que nos compõe
Com a essência da vida
E o grande aprendizado
Que nos preenche e abre nossa mente ao mundo
Dá-nos a calma
A sabedoria
Dá-nos a leveza para sairmos do sofrimento
Que existe
E encontra-se dentro de nós
Somente dentro de nós
Libertemos
Pois fora de nossa limitada cabeça há um mundo incrível
Mundo que já conhecemos
Está em nossa frente
Não vemos
Pois só a vida nos mostra
Pouco a pouco
Devagar
“Estamos ainda no caminho”
E nele
Seguiremos Sorrindo
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Sem título
Dispersamo-nos
Entramos em uma espécie de transe
Piloto-Automático
Outro caminho para deixar de pensar
Não sabemos o que queremos
Sabemos viver no passado
Sabemos viver o futuro
A presente realidade é ignorada
Vivemos apenas de lembranças e projeções
A confusão instala-se dentro de nossa mente
Somos presos por nossos pensamentos
Pensamentos que escolhem por onde nos levar
Que nos comanda por falta de uso próprio
Como outro ser independente
Onde o “eu” é colocado em um pedestal
Tentando desesperadamente tornar-se superior
Preocupado em “ter” ao invés de apenas “ser”
Desconstrução
As coisas são como são
Simplificar
Como em uma equação
O universo é confuso e complexo?
Enganação
No final
Nós somos confusos
Nós TENTAMOS ser complexos
O universo não
O universo é simples
A vida é simples
Nós
Somente nós
Corremos no sentido contrário
Andamos em círculos sem fim em busca de absolutamente
NADA
A espera de um dia entender
E quem sabe
Conseguir sair da prisão que nos conforta
Entramos em uma espécie de transe
Piloto-Automático
Outro caminho para deixar de pensar
Não sabemos o que queremos
Sabemos viver no passado
Sabemos viver o futuro
A presente realidade é ignorada
Vivemos apenas de lembranças e projeções
A confusão instala-se dentro de nossa mente
Somos presos por nossos pensamentos
Pensamentos que escolhem por onde nos levar
Que nos comanda por falta de uso próprio
Como outro ser independente
Onde o “eu” é colocado em um pedestal
Tentando desesperadamente tornar-se superior
Preocupado em “ter” ao invés de apenas “ser”
Desconstrução
As coisas são como são
Simplificar
Como em uma equação
O universo é confuso e complexo?
Enganação
No final
Nós somos confusos
Nós TENTAMOS ser complexos
O universo não
O universo é simples
A vida é simples
Nós
Somente nós
Corremos no sentido contrário
Andamos em círculos sem fim em busca de absolutamente
NADA
A espera de um dia entender
E quem sabe
Conseguir sair da prisão que nos conforta
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Apenas Pessoas
Para que criar rótulos?
Bom
Mal
Legal
Chato
Isso não existe
O que existe são pessoas
Apenas pessoas
Que pensam
Escolhem
Sentem medo
Amor
Ódio
Só isso
No final
Quem cria os rótulos somos nós
Por falta de criatividade
Pois
Por mais doloroso que seja
O ser único com suas características impressionantes
Sua genialidade
Seu físico
E porque não
Sua arrogância
Não existem
Nós criamos isso
Querem ser humildes?
Acabem com os rótulos
Por que
No final
O que existe
São apenas pessoas!
Bom
Mal
Legal
Chato
Isso não existe
O que existe são pessoas
Apenas pessoas
Que pensam
Escolhem
Sentem medo
Amor
Ódio
Só isso
No final
Quem cria os rótulos somos nós
Por falta de criatividade
Pois
Por mais doloroso que seja
O ser único com suas características impressionantes
Sua genialidade
Seu físico
E porque não
Sua arrogância
Não existem
Nós criamos isso
Querem ser humildes?
Acabem com os rótulos
Por que
No final
O que existe
São apenas pessoas!
Ilusão
Enxergamos apenas ilusão
Essa cortina que ofusca a realidade
Nossa mente
A verdadeira causa do sofrimento humano
Mundo apático
Não questiona
Apenas recebe tudo como uma máquina
Quem questiona e observa
Abre a cortina da ilusão
E a realidade se mostra clara
Sem rodeios ou subjetividades
Há quem diga que pensar é angustiante
Não sei
Só sei que pensar dá outro ar à vida
Sem perceber
Despertamos!
Essa cortina que ofusca a realidade
Nossa mente
A verdadeira causa do sofrimento humano
Mundo apático
Não questiona
Apenas recebe tudo como uma máquina
Quem questiona e observa
Abre a cortina da ilusão
E a realidade se mostra clara
Sem rodeios ou subjetividades
Há quem diga que pensar é angustiante
Não sei
Só sei que pensar dá outro ar à vida
Sem perceber
Despertamos!
Divagações
Tudo é igual
Um lago sujo que não se vê o fundo
Tudo é prazer
Dinheiro
Casas
Mansões
Um dia hei de ser rico!
O que significa ser rico?
Se apoderar de bens materiais sem fim algum?
Ter conforto, estabilidade?
Poder fazer plásticas para não envelhecer?
Não adianta
Uma hora à beleza vai embora.
O que fica?
Nada
Apenas reflexos de um ser vazio
Lembranças do passado.
Passado que não existe
Nossa mente criou
O futuro é construção da nossa mente.
Portanto
O que existe é o presente
O resto é criação humana
Criação sem valor
Que o tempo leva
Impermanência
Tudo muda
Deixaremos fluir
Criar é desnecessário
Algo já foi feito
Entrar na realidade
Será possível?
Será preciso?
Sei lá
Tudo que tem um fim é ilusório
A terra é ilusão?
Tudo que vemos se reduzirá a pó?
Não sei
Porém
Como sabemos o pó é alguma coisa
Então nada provém do nada e nada se reduzirá ao nada
Nada acaba
Opa!
Entramos em contradição
Nada se perde
Se transforma
Então
Onde está a ilusão?
Cheguei ao final do poema sem respostas
Para que respostas?
Elas nos fazem parar de perguntar
Não penso nas respostas
Elas não são importantes
Nos fazem pensar que sabemos de tudo
E não sabemos
Não sabemos de nada
Então
Que venham as perguntas!
Um lago sujo que não se vê o fundo
Tudo é prazer
Dinheiro
Casas
Mansões
Um dia hei de ser rico!
O que significa ser rico?
Se apoderar de bens materiais sem fim algum?
Ter conforto, estabilidade?
Poder fazer plásticas para não envelhecer?
Não adianta
Uma hora à beleza vai embora.
O que fica?
Nada
Apenas reflexos de um ser vazio
Lembranças do passado.
Passado que não existe
Nossa mente criou
O futuro é construção da nossa mente.
Portanto
O que existe é o presente
O resto é criação humana
Criação sem valor
Que o tempo leva
Impermanência
Tudo muda
Deixaremos fluir
Criar é desnecessário
Algo já foi feito
Entrar na realidade
Será possível?
Será preciso?
Sei lá
Tudo que tem um fim é ilusório
A terra é ilusão?
Tudo que vemos se reduzirá a pó?
Não sei
Porém
Como sabemos o pó é alguma coisa
Então nada provém do nada e nada se reduzirá ao nada
Nada acaba
Opa!
Entramos em contradição
Nada se perde
Se transforma
Então
Onde está a ilusão?
Cheguei ao final do poema sem respostas
Para que respostas?
Elas nos fazem parar de perguntar
Não penso nas respostas
Elas não são importantes
Nos fazem pensar que sabemos de tudo
E não sabemos
Não sabemos de nada
Então
Que venham as perguntas!
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